Inquietação persistente
Tristeza que não passa
Vazio... desconexão
E a sensação de que nada funciona
Um trabalho onde a palavra não chega.
Quando algo difícil acontece, o corpo reage antes da mente — numa fracção de segundo. Essa reacção fica registada em camadas profundas do cérebro, fora do alcance da palavra e da análise consciente.
O meu trabalho acontece exactamente aí: na resposta inicial, automática, que sustenta a angústia e a inquietação.
Seja a ansiedade que aperta o peito. Os pensamentos que não param. A tristeza que se instalou. O pânico que surge do nada. A comida que se tornou campo de batalha. O sono que não vem. As relações que magoam sempre da mesma forma. O trauma que ainda mora no corpo. A exaustão que já não é só cansaço. O luto que ficou suspenso. A raiva que explode ou que sufoca. A vergonha que paralisa.
Ao libertar essa fixação, cria-se espaço para uma forma diferente de estar: mais calma, mais leveza, mais presença.
Ana de Almeida
Psicóloga ClínicaO meu percurso clínico começou na psicanálise, onde adquiri uma base sólida de escuta, compreensão do inconsciente e leitura da complexidade psíquica.
Com o tempo, fui percebendo que, apesar da profundidade do trabalho analítico, nem sempre era suficiente para produzir mudança em determinadas pessoas e quadros. Essa constatação levou-me a continuar a estudar, a questionar e a procurar outras formas de compreender e intervir.
Ao longo dos anos, integrei diferentes abordagens — do trabalho com o corpo e o sistema nervoso às contribuições da neurociência — sempre com o mesmo critério: rigor clínico, sentido crítico e respeito pelo funcionamento humano.
Hoje trabalho a partir dessa integração, com uma prática sustentada em estudo contínuo e numa experiência clínica que me permite adaptar o processo a cada pessoa, com segurança, profundidade e cuidado.
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